A Start Doing adota o programa Salvaguarda: uma política institucional de proteção a crianças, adolescentes e mulheres, com equipe capacitada e um canal de denúncias independente da academia.
Lugares de cuidado precisam de mais do que boas intenções. Por isso a Start Doing formaliza sua política de salvaguarda sobre três compromissos com quem confia na gente.
Nenhuma forma de abuso, assédio, exploração ou violência é tolerada no nosso espaço — dentro ou fora do tatame.
Denúncias são recebidas por um comitê externo à academia. Nós, como instituição, não temos acesso a quem comunicou.
Professores e colaboradores são treinados sobre legislação, prevenção e como agir diante de qualquer suspeita.
Documento oficial com as regras de conduta, direitos e deveres de alunos, responsáveis e equipe.
Professores e staff treinados em legislação (ECA), boas práticas e resposta a situações de risco.
Canal sigiloso operado por comitê externo — com advogado(a), assistente social e psicólogo(a) — independente da academia.
Espaço permanente para dúvidas e demandas relacionadas à política, mantendo o programa vivo o ano todo.
Você pode relatar situações reais, suspeitas ou comportamentos que gerem desconforto no contexto da academia. A comunicação é recebida apenas pelo Comitê de Salvaguarda independente — a Start Doing nunca tem acesso a quem comunicou.
Em casos envolvendo crianças, adolescentes ou crimes, a comunicação às autoridades competentes é obrigatória por lei.
Espaço seguro e confidencial, operado por comitê externo à academia.
Fazer uma comunicação →Para comunicação totalmente anônima, use o Disque 100 (Direitos Humanos · 24h). Em risco imediato à vida, ligue 190.